Desculpem-nos o transtorno: planos pro ano novo.
Primeiro dia do ano. Recuperada da fossa, parece que finalmente consegui entrar no espírito de Ano Novo. É, aquele mesmo que outrora, nos picos de deprê eu critiquei, parece ter chegado pra mim também – não sem espumante, fogos de artifício, longas conversas e lasanha.
Só que, diferente de sempre, tudo ainda está muito estranho...
Na hora de pensar nos projetos e expectativas para 2006, me dá um bocadinho de medo. O ano que passou foi bem bom pra mim, em diversos aspectos, e o ano que vem aí já está programado em alguns detalhes. É o ano em que em me formo – leia-se aí, TCC, estágios exaustivos, especializações -, e eu não tenho a menor idéia do que farei daí pra diante, em termos profissionais.
É o ano em que me despeço de uma vida paralela, que é a faculdade (pelo menos a Escola Paulista)... E é quando me separo de alguns dos maiores amigos que já fiz.
E tudo isso dá um frio na barriga...
Na hora dos desejos pro ano vindouro, pedi muita tranqüilidade e paz de espírito pra conseguir enfrentar tudo isso sozinha, sem estar, de maneira alguma sozinha... Ser independente o suficiente pra me bastar quando isso for preciso, mas ter pessoas queridas por perto a todo instante, sabe?
Acho que o maior medo que tenho na vida é de ficar sozinha...
Escrito por Fernanda Senna às 21h23
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